Um encontro presencial para a mulher que sente que pode ser mais, e ainda não se deu a permissão de descobrir quem ela é além de mãe, esposa e profissional.
Não é mais um evento corrido, com gente trocando cartão e fingindo sorriso.
É uma experiência construída do início ao fim para uma coisa só: você se encontrar.
Uma manhã inteira para você. Sem precisar ser mãe. Sem precisar ser esposa. Sem precisar dar conta do trabalho. Só você, com outras 14 mulheres que, como você, decidiram que esse sábado seria delas.

Aqui está o que você vai viver:



recepção com mimo de boas-vindas, música ambiente e café da manhã num espaço pensado para que você chegue e se sinta merecedora do melhor.

um café da manhã sem agenda, sem cobrança, sem ninguém querendo te vender nada. Só conversa de verdade, do tipo que você não tem há tempos.

o conteúdo principal com a Andreia. Neurociência e fé sobre como os ambientes que você escolhe determinam quem você se torna.

uma vivência floral onde você cria com as próprias mãos o arranjo que representa o seu novo tempo e leva para casa.
Uma manhã. Uma decisão. O começo de um tempo diferente.
"Sei que posso ser mais, mas não sei nem por onde começar."
"Me sinto cansada, e não consigo nem explicar por quê."
"Frequento a igreja, tenho fé. E ainda assim sinto que falta algo."
"Se alguém me perguntar o que me faz feliz, posso hesitar."
"Cuido de todo mundo. Só não sei muito bem de mim mesma."
"Por fora está tudo bem. Por dentro, algo foi sumindo devagar."
Para a mulher que se doou inteira pela família. Que abriu mão de sonhos, de tempo, de pequenas vontades, e fez isso por amor. Mas que, em algum momento do caminho, percebeu que tinha perdido um pouco de si mesma no meio disso tudo.
Para a mulher que se doou inteira pela família. Que abriu mão de sonhos, de tempo, de pequenas vontades, e fez isso por amor. Mas que, em algum momento do caminho, percebeu que tinha perdido um pouco de si mesma no meio disso tudo.

O ambiente molda o cérebro. Uma das maiores pesquisas já feitas, conduzida por Harvard, mostra que conexões genuínas são o maior fator de bem-estar de uma vida inteira.
"Antes de te formar no ventre, eu te conheci." — Jeremias 1:5
Você tem uma identidade que existia antes de qualquer papel que você assumiu. Uma mulher que Deus planejou. Não a que a roda viva foi moldando.
Os 5 pilares da experiência:


fé não como religião, mas como reconexão com a identidade que existia antes dos papéis.

neurociência aplicada na prática: como o cérebro forma hábitos novos e como usar isso a seu favor.

o ambiente seguro onde não há performance. Harvard prova: a qualidade das suas conexões é o maior fator de felicidade.

não é spa day. É o reconhecimento de que você existe além dos outros. E isso não é egoísmo. É fundação.

a vivência floral como tangibilização da transformação. O que você cria com as mãos ancora no corpo o que a mente começa a entender.
O evento é a porta de entrada. O que acontece depois é a jornada.

Algo diferente começa a se instalar. Não é euforia passageira. É uma leveza que você não sentia há muito tempo. A sensação de ter, finalmente, feito algo por você.
Você toma seu café da manhã com calma e percebe que faz tempo que não fazia isso. Olha pro seu marido e, em vez de já listar mentalmente o que ele precisa, pergunta como ele está. E ouve. Seu filho te chama pra alguma coisa e você responde do seu tempo, não do automático.
Pequenos hábitos novos vão aparecendo. Você diz “agora não” pra um pedido que antes você aceitaria sem pensar, e o mundo não desaba. Você marca um almoço com uma amiga só porque sim. Faz uma pergunta que nunca tinha feito a si mesma: “o que eu quero pra esse ano?” E não tem culpa de querer responder.


A vida ao redor começa a responder. Não porque tudo mudou. Porque você mudou. Seu casamento começa a ter conversas que antes ficavam engasgadas. Seus filhos passam a ver uma mãe mais inteira, não só mais funcional.
No trabalho, você toma decisões mais suas, menos automáticas.
E a sua fé, que antes ficava no domingo, começa a caber na segunda, na terça, em qualquer dia da semana.
A transformação não acontece no evento. Começa lá. E continua acontecendo todos os dias, nas pequenas escolhas de quem passou a consultar uma bússola diferente.

Você continua respondendo "tô bem" no automático, mesmo quando algo lá dentro insiste em dizer o contrário. Você passa a saber o que sente. E a perceber, sem culpa, que não está tudo bem o tempo todo. |
Mais um ano passa, e você continua sem saber quem você é além de mãe, esposa e profissional. Você se reconhece como mulher de novo. Não só como a pessoa que dá conta de tudo pra todo mundo. |
Sua fé continua viva, mas parada no domingo. Sem alcançar a segunda, a terça, a discussão na cozinha. Sua fé passa a caber no cotidiano. Você ora antes de uma conversa difícil. Você se sente acompanhada num dia comum. |
O casamento segue funcional, mas distante. Vocês conversam sobre boletos, escola, agenda, e quase nunca sobre vocês. Você volta a ter conversas reais com seu marido. Daquelas que terminam em "fazia tempo que a gente não falava assim". |
Com os filhos, o automático segue: cobrar, lembrar, organizar, repetir. Você passa a estar mais presente. Não mais perfeita. Mais inteira. E eles sentem a diferença. |
No trabalho, você continua entregando no piloto automático, exausta, sem saber direito o que você quer dali. Você começa a tomar decisões mais suas. Diz "não" quando precisa. Pede o que merece. |
E no fim do ano, a sensação é a mesma de sempre: passou voando, e quase nada foi por você. E no fim do ano, pela primeira vez em muito tempo, você consegue olhar pra trás e dizer: "esse ano teve um pedaço meu." |
| SEM O TEMPO DE MESA | COM O TEMPO DE MESA |
|---|---|
Você continua respondendo "tô bem" no automático, mesmo quando algo lá dentro insiste em dizer o contrário. | Você passa a saber o que sente. E a perceber, sem culpa, que não está tudo bem o tempo todo. |
Mais um ano passa, e você continua sem saber quem você é além de mãe, esposa e profissional. | Você se reconhece como mulher de novo. Não só como a pessoa que dá conta de tudo pra todo mundo. |
Sua fé continua viva, mas parada no domingo. Sem alcançar a segunda, a terça, a discussão na cozinha. | Sua fé passa a caber no cotidiano. Você ora antes de uma conversa difícil. Você se sente acompanhada num dia comum. |
O casamento segue funcional, mas distante. Vocês conversam sobre boletos, escola, agenda, e quase nunca sobre vocês. | Você volta a ter conversas reais com seu marido. Daquelas que terminam em "fazia tempo que a gente não falava assim". |
Com os filhos, o automático segue: cobrar, lembrar, organizar, repetir. | Você passa a estar mais presente. Não mais perfeita. Mais inteira. E eles sentem a diferença. |
No trabalho, você continua entregando no piloto automático, exausta, sem saber direito o que você quer dali. | Você começa a tomar decisões mais suas. Diz "não" quando precisa. Pede o que merece. |
E no fim do ano, a sensação é a mesma de sempre: passou voando, e quase nada foi por você. | E no fim do ano, pela primeira vez em muito tempo, você consegue olhar pra trás e dizer: "esse ano teve um pedaço meu." |
Cada ano que passa sem sentar à sua própria mesa, a mulher que você poderia ser fica um pouco mais longe.
Não porque você não tem capacidade. Porque ninguém nunca te ensinou que era permitido.
Hoje, você se permite.


Você atravessa a porta e a primeira coisa que sente é o cheiro. Café fresco, pão quentinho saindo do forno, um perfume suave de flores em algum lugar do ambiente. A música toca baixinho, dessas que parecem te abraçar. Uma mulher de sorriso calmo te recebe pelo nome, te entrega um mimo de boas-vindas embrulhado com cuidado e te conduz pra dentro.
Você olha em volta. A mesa está posta com louça bonita, guardanapos de tecido, flores frescas no centro. Não é cenário de Instagram. É cuidado de verdade. E você sente, antes mesmo de sentar, que alguém pensou em cada detalhe pensando em você.

Você se senta. A xícara aquece suas mãos. Do outro lado da mesa, uma mulher que você acabou de conhecer te conta algo que você poderia ter contado de você mesma. Vocês riem juntas. Os ombros descem. A respiração fica mais funda. Faz tempo que você não conversava assim, sem pressa, sem ninguém puxando sua manga, sem precisar fingir que está tudo bem quando não está.
O tempo passa de um jeito diferente aqui dentro.
Andreia se senta com vocês. Não é um palco. É uma roda. E quando ela começa a falar, você entende por que tantas mulheres mudaram depois de ouvi-la. Ela junta neurociência e fé cristã com uma clareza que faz você pensar “como ninguém me explicou isso antes?”. Você anota.
Mas, mais do que anota, sente. Tem hora que ela diz uma frase e você precisa parar de respirar por um segundo, porque era exatamente o que você precisava ouvir.
Sobre a mesa, flores. Muitas. De cores, formatos e perfumes diferentes. Andreia te convida a escolher as suas, a montar o seu arranjo com as próprias mãos. Não tem certo nem errado. Cada flor que você pega é uma escolha. Cada flor que você deixa de fora também.
Quando termina, você olha pro arranjo na sua frente e percebe que ele é mais do que um arranjo. É um retrato de quem você está escolhendo ser daqui pra frente.
Você leva pra casa. Coloca na cozinha, na sala, no criado-mudo do quarto. E toda vez que passa por ele nos próximos dias, lembra:
foi nesse sábado que eu escolhi sentar à minha mesa.
endereço completo enviado após confirmação da inscrição.
É justamente quem não tem tempo que mais precisa desse espaço. Se você nunca reservou uma manhã para si mesma, é porque nunca se colocou na lista. Esse sábado é o primeiro item.
Você não está pagando por horas. Está investindo numa vivência que você leva pra casa, literalmente, no arranjo floral. E no começo de um processo que continua acontecendo muito depois que a manhã termina, nas pequenas escolhas do seu dia a dia. Compare com o que você gastou nos últimos meses em coisas que não ficaram.
O Tempo de Mesa não é palestra. É vivência. A diferença está no que você faz durante — não só no que ouve. Você cria algo com as mãos. Você se conecta com mulheres reais. Você sai com um processo que continua por muitos dias depois.
A maioria das mulheres que participam vai sozinha — e sai acompanhada. O ambiente foi construído para que isso aconteça de forma natural, sem dinâmicas forçadas. Mas se quiser levar uma amiga, leve.
Essa mesa não é para a mulher que está destruída. É para a que está de pé, dando conta de tudo — e que sente, mesmo que levemente, que o extraordinário estava disponível para ela e ela ainda não foi buscar. Se você chegou até aqui nessa página, provavelmente já sabe a resposta.
Só falta você.
