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Andreia Guimarães

Sua mesa.
Seu tempo. Sua vez.

Um encontro presencial para a mulher que sente que pode ser mais, e ainda não se deu a permissão de descobrir quem ela é além de mãe, esposa e profissional.

26 de Setembro

Curitiba Paraná

Apenas 15 vagas

Capa do vídeo

O Que Você Vai Viver

Uma manhã diferente de tudo que você já viveu.

Não é mais um evento corrido, com gente trocando cartão e fingindo sorriso.

É uma experiência construída do início ao fim para uma coisa só: você se encontrar.

Uma manhã inteira para você. Sem precisar ser mãe. Sem precisar ser esposa. Sem precisar dar conta do trabalho. Só você, com outras 14 mulheres que, como você, decidiram que esse sábado seria delas.

Aqui está o que você vai viver:

Ser Acolhida

recepção com mimo de boas-vindas, música ambiente e café da manhã num espaço pensado para que você chegue e se sinta merecedora do melhor.

Conexões reais

um café da manhã sem agenda, sem cobrança, sem ninguém querendo te vender nada. Só conversa de verdade, do tipo que você não tem há tempos.

O Poder das Mesas Certas

o conteúdo principal com a Andreia. Neurociência e fé sobre como os ambientes que você escolhe determinam quem você se torna.

A Arte de Florescer

uma vivência floral onde você cria com as próprias mãos o arranjo que representa o seu novo tempo e leva para casa.

Uma manhã. Uma decisão. O começo de um tempo diferente.

Para Quem É

Essa mesa foi feita para você — se você se reconhece em alguma dessas frases.

"Sei que posso ser mais, mas não sei nem por onde começar."

"Me sinto cansada, e não consigo nem explicar por quê."

"Frequento a igreja, tenho fé. E ainda assim sinto que falta algo."

"Se alguém me perguntar o que me faz feliz, posso hesitar."

"Cuido de todo mundo. Só não sei muito bem de mim mesma."

"Por fora está tudo bem. Por dentro, algo foi sumindo devagar."

Se você leu alguma dessas frases e pensou "ela está falando de mim", essa mesa foi feita para você.

Para a mulher que se doou inteira pela família. Que abriu mão de sonhos, de tempo, de pequenas vontades, e fez isso por amor. Mas que, em algum momento do caminho, percebeu que tinha perdido um pouco de si mesma no meio disso tudo.

Você não precisa ter nada resolvido para sentar à nossa mesa.

Só precisa vir. E se permitir.

Existe um motivo de você se sentir assim. E a culpa não é sua.

Para a mulher que se doou inteira pela família. Que abriu mão de sonhos, de tempo, de pequenas vontades, e fez isso por amor. Mas que, em algum momento do caminho, percebeu que tinha perdido um pouco de si mesma no meio disso tudo.

O que a ciência comprova:

O ambiente molda o cérebro. Uma das maiores pesquisas já feitas, conduzida por Harvard, mostra que conexões genuínas são o maior fator de bem-estar de uma vida inteira.

O que a Bíblia já ensinava antes:

"Antes de te formar no ventre, eu te conheci." — Jeremias 1:5

Você tem uma identidade que existia antes de qualquer papel que você assumiu. Uma mulher que Deus planejou. Não a que a roda viva foi moldando.

A Metodologia das Mesas Certas integra os dois.

Os 5 pilares da experiência:

Espiritualidade

fé não como religião, mas como reconexão com a identidade que existia antes dos papéis.

Ciência

neurociência aplicada na prática: como o cérebro forma hábitos novos e como usar isso a seu favor.

Conexões

o ambiente seguro onde não há performance. Harvard prova: a qualidade das suas conexões é o maior fator de felicidade.

Autocuidado

não é spa day. É o reconhecimento de que você existe além dos outros. E isso não é egoísmo. É fundação.

Experiências

a vivência floral como tangibilização da transformação. O que você cria com as mãos ancora no corpo o que a mente começa a entender.

Sua jornada

O evento é a porta de entrada. O que acontece depois é a jornada.

O evento é a porta de entrada. O que acontece depois é a jornada.

Logo nos primeiros dias:

Algo diferente começa a se instalar. Não é euforia passageira. É uma leveza que você não sentia há muito tempo. A sensação de ter, finalmente, feito algo por você.

 

Você toma seu café da manhã com calma e percebe que faz tempo que não fazia isso. Olha pro seu marido e, em vez de já listar mentalmente o que ele precisa, pergunta como ele está. E ouve. Seu filho te chama pra alguma coisa e você responde do seu tempo, não do automático.

Algumas semanas depois:

Pequenos hábitos novos vão aparecendo. Você diz “agora não” pra um pedido que antes você aceitaria sem pensar, e o mundo não desaba. Você marca um almoço com uma amiga só porque sim. Faz uma pergunta que nunca tinha feito a si mesma: “o que eu quero pra esse ano?” E não tem culpa de querer responder.

Mais à frente:

A vida ao redor começa a responder. Não porque tudo mudou. Porque você mudou. Seu casamento começa a ter conversas que antes ficavam engasgadas. Seus filhos passam a ver uma mãe mais inteira, não só mais funcional.

No trabalho, você toma decisões mais suas, menos automáticas.

E a sua fé, que antes ficava no domingo, começa a caber na segunda, na terça, em qualquer dia da semana.

A transformação não acontece no evento. Começa lá. E continua acontecendo todos os dias, nas pequenas escolhas de quem passou a consultar uma bússola diferente.

Sua jornada

O que as mulheres que já sentaram à mesa viveram.

A experiência que eu tive aqui hoje foi de reconexão com a minha essência, de olhar para dentro, de autocuidado, de início de transformação.

Natalia Abud

Se eu fosse resumir em uma palavra, seria emocionante.

Cinthya Adachi

É revigorante, foi muito enriquecedor.

Micheli Campos

Eu falava ainda há pouco com a Andréia que foi um tempo que eu consigo trazer aquilo que é meu e que nem sempre eu olho, mas consigo também trazer tudo o que está à volta. Minha família, meu trabalho, minha saúde, as minhas expectativas e metas. Então, foi um tempo de realmente conectar com algumas coisas que no dia a dia eu não consigo fazer e da forma como eu fiz.

Aline Paraiso

Se eu pudesse definir esse evento hoje, seria que cada experiência é única. Apesar de estarmos em muitas mulheres, cada uma com a sua história, cada uma está levando algo único para casa.

Pastora Dani Thomas

Deus é um Deus de detalhes e para cada pessoa Ele é de uma forma única.

Pastora Nadia Dutra

Se eu pudesse definir essa manhã em uma palavra, eu diria presente. Porque essa manhã realmente foi um presente que a Andréia nos deu. Foi uma honra participar dessa manhã tão colorida, tão cheia de paz, de amor, de construção, de perdão.

Rejane Rupp

Para mim foi feminino viver essa manhã, essa experiência com flores, com toda a experiência que a Andreia apresentou. Ela sempre apresenta muita coisa com excelência, a entrega dela é com muita excelência. Então, para mim foi feminino.

Cinthia Stephens

Tudo que está incluído na sua vaga.

R$697

Desconto Exclusivo

Pix ou cartão de crédito

Apenas 15 vagas por edição.

Não é estratégia de marketing. É a capacidade real do espaço, para que cada mulher seja vista, acolhida e presente de verdade.

Dois caminhos. Uma escolha.

SEM O TEMPO DE MESA

Você continua respondendo "tô bem" no automático, mesmo quando algo lá dentro insiste em dizer o contrário.

COM O TEMPO DE MESA

Você passa a saber o que sente. E a perceber, sem culpa, que não está tudo bem o tempo todo.

SEM O TEMPO DE MESA

Mais um ano passa, e você continua sem saber quem você é além de mãe, esposa e profissional.

COM O TEMPO DE MESA

Você se reconhece como mulher de novo. Não só como a pessoa que dá conta de tudo pra todo mundo.

SEM O TEMPO DE MESA

Sua fé continua viva, mas parada no domingo. Sem alcançar a segunda, a terça, a discussão na cozinha.

COM O TEMPO DE MESA

Sua fé passa a caber no cotidiano. Você ora antes de uma conversa difícil. Você se sente acompanhada num dia comum.

SEM O TEMPO DE MESA

O casamento segue funcional, mas distante. Vocês conversam sobre boletos, escola, agenda, e quase nunca sobre vocês.

COM O TEMPO DE MESA

Você volta a ter conversas reais com seu marido. Daquelas que terminam em "fazia tempo que a gente não falava assim".

SEM O TEMPO DE MESA

Com os filhos, o automático segue: cobrar, lembrar, organizar, repetir.

COM O TEMPO DE MESA

Você passa a estar mais presente. Não mais perfeita. Mais inteira. E eles sentem a diferença.

SEM O TEMPO DE MESA

No trabalho, você continua entregando no piloto automático, exausta, sem saber direito o que você quer dali.

COM O TEMPO DE MESA

Você começa a tomar decisões mais suas. Diz "não" quando precisa. Pede o que merece.

SEM O TEMPO DE MESA

E no fim do ano, a sensação é a mesma de sempre: passou voando, e quase nada foi por você.

COM O TEMPO DE MESA

E no fim do ano, pela primeira vez em muito tempo, você consegue olhar pra trás e dizer: "esse ano teve um pedaço meu."

SEM O TEMPO DE MESACOM O TEMPO DE MESA

Você continua respondendo "tô bem" no automático, mesmo quando algo lá dentro insiste em dizer o contrário.

Você passa a saber o que sente. E a perceber, sem culpa, que não está tudo bem o tempo todo.

Mais um ano passa, e você continua sem saber quem você é além de mãe, esposa e profissional.

Você se reconhece como mulher de novo. Não só como a pessoa que dá conta de tudo pra todo mundo.

Sua fé continua viva, mas parada no domingo. Sem alcançar a segunda, a terça, a discussão na cozinha.

Sua fé passa a caber no cotidiano. Você ora antes de uma conversa difícil. Você se sente acompanhada num dia comum.

O casamento segue funcional, mas distante. Vocês conversam sobre boletos, escola, agenda, e quase nunca sobre vocês.

Você volta a ter conversas reais com seu marido. Daquelas que terminam em "fazia tempo que a gente não falava assim".

Com os filhos, o automático segue: cobrar, lembrar, organizar, repetir.

Você passa a estar mais presente. Não mais perfeita. Mais inteira. E eles sentem a diferença.

No trabalho, você continua entregando no piloto automático, exausta, sem saber direito o que você quer dali.

Você começa a tomar decisões mais suas. Diz "não" quando precisa. Pede o que merece.

E no fim do ano, a sensação é a mesma de sempre: passou voando, e quase nada foi por você.

E no fim do ano, pela primeira vez em muito tempo, você consegue olhar pra trás e dizer: "esse ano teve um pedaço meu."

Cada ano que passa sem sentar à sua própria mesa, a mulher que você poderia ser fica um pouco mais longe.

Não porque você não tem capacidade. Porque ninguém nunca te ensinou que era permitido.

 

Hoje, você se permite.

Feche os olhos por um instante.

Imagine que o sábado já chegou.

A chegada

Você atravessa a porta e a primeira coisa que sente é o cheiro. Café fresco, pão quentinho saindo do forno, um perfume suave de flores em algum lugar do ambiente. A música toca baixinho, dessas que parecem te abraçar. Uma mulher de sorriso calmo te recebe pelo nome, te entrega um mimo de boas-vindas embrulhado com cuidado e te conduz pra dentro.

Você olha em volta. A mesa está posta com louça bonita, guardanapos de tecido, flores frescas no centro. Não é cenário de Instagram. É cuidado de verdade. E você sente, antes mesmo de sentar, que alguém pensou em cada detalhe pensando em você.

Você se senta. A xícara aquece suas mãos. Do outro lado da mesa, uma mulher que você acabou de conhecer te conta algo que você poderia ter contado de você mesma. Vocês riem juntas. Os ombros descem. A respiração fica mais funda. Faz tempo que você não conversava assim, sem pressa, sem ninguém puxando sua manga, sem precisar fingir que está tudo bem quando não está.

O tempo passa de um jeito diferente aqui dentro.

Andreia se senta com vocês. Não é um palco. É uma roda. E quando ela começa a falar, você entende por que tantas mulheres mudaram depois de ouvi-la. Ela junta neurociência e fé cristã com uma clareza que faz você pensar “como ninguém me explicou isso antes?”. Você anota.

Mas, mais do que anota, sente. Tem hora que ela diz uma frase e você precisa parar de respirar por um segundo, porque era exatamente o que você precisava ouvir.

Sobre a mesa, flores. Muitas. De cores, formatos e perfumes diferentes. Andreia te convida a escolher as suas, a montar o seu arranjo com as próprias mãos. Não tem certo nem errado. Cada flor que você pega é uma escolha. Cada flor que você deixa de fora também.

Quando termina, você olha pro arranjo na sua frente e percebe que ele é mais do que um arranjo. É um retrato de quem você está escolhendo ser daqui pra frente.

Você leva pra casa. Coloca na cozinha, na sala, no criado-mudo do quarto. E toda vez que passa por ele nos próximos dias, lembra:

foi nesse sábado que eu escolhi sentar à minha mesa.

26 de Setembro

Curitiba/PR

endereço completo enviado após confirmação da inscrição.

Apenas 15 mulheres por edição.

9:00 às 12:30

Quem é Andreia Guimarães.

Andreia Goulin Guimarães é especialista em Neuropsicopedagogia, Bilinguismo e Metodologias Ativas, com graduação pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Há mais de 30 anos, atua como educadora, consultora e palestrante, destacando-se por sua habilidade de traduzir conceitos neurocientíficos complexos em práticas cotidianas acessíveis e transformadoras.

Autora do livro "O Poder das Mesas Certas", Andreia une ciência e fé cristã para conduzir pessoas a uma restauração de identidade e propósito. Seu trabalho ganhou notoriedade nacional através do podcast Conselhos à Mesa (Spotify), onde diariamente orienta milhares de mulheres a romperem com ambientes tóxicos e construírem conexões que curam.

Como palestrante, seus eventos — como o workshop A Mesa Certa e a palestra Mente Renovada, Vida Transformada — são conhecidos por aliar rigor científico, espiritualidade e uma experiência de acolhimento inesquecível. Filha amada de Deus, esposa e mãe de dois filhos, Andreia acredita firmemente que a nossa maior riqueza não está no que acumulamos, mas nas vidas que tocamos e nas mesas que escolhemos compartilhar.

"A demissão foi o pior e o melhor dia da minha vida. Porque foi quando parei de ser só o que eu fazia — e comecei a descobrir quem eu era."

Perguntas frequentes

É justamente quem não tem tempo que mais precisa desse espaço. Se você nunca reservou uma manhã para si mesma, é porque nunca se colocou na lista. Esse sábado é o primeiro item.

Você não está pagando por horas. Está investindo numa vivência que você leva pra casa, literalmente, no arranjo floral. E no começo de um processo que continua acontecendo muito depois que a manhã termina, nas pequenas escolhas do seu dia a dia. Compare com o que você gastou nos últimos meses em coisas que não ficaram.

O Tempo de Mesa não é palestra. É vivência. A diferença está no que você faz durante — não só no que ouve. Você cria algo com as mãos. Você se conecta com mulheres reais. Você sai com um processo que continua por muitos dias depois.

A maioria das mulheres que participam vai sozinha — e sai acompanhada. O ambiente foi construído para que isso aconteça de forma natural, sem dinâmicas forçadas. Mas se quiser levar uma amiga, leve.

Essa mesa não é para a mulher que está destruída. É para a que está de pé, dando conta de tudo — e que sente, mesmo que levemente, que o extraordinário estava disponível para ela e ela ainda não foi buscar. Se você chegou até aqui nessa página, provavelmente já sabe a resposta.

Sua mesa está reservada.

Só falta você.

26 de Setembro

Curitiba/PR

Apenas 15 vagas

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